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Comércio varejista do ABC fecha 3.055 vagas em 2016, e ocupação cai 2,7%
Comércio varejista do ABC fecha 3.055 vagas em 2016, e ocupação cai 2,7%
Comércio varejista do ABC fecha 3.055 vagas em 2016, e ocupação cai 2,7%

O comércio varejista do ABC fechou 3.055 vagas com carteira assinada no ano passado, o que levou a um recuo, na comparação com 31 de dezembro de 2015, de 2,7% do estoque total, que atingiu 110.665 trabalhadores formais.
As informações compõem a Pesquisa de Emprego no Comércio Varejista, elaborada pela Federação do Comércio do Estado de São Paulo (FecomercioSP) com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), ambos do Ministério do Trabalho.
Em dezembro, o varejo da região fechou 191 postos de trabalho, resultado de 3.381 admissões e 3.572 desligamentos. Das nove atividades analisadas pela FecomercioSP, apenas a de farmácias e perfumarias (2,2%) apresentou variação positiva no estoque de empregos formais em dezembro na comparação com o mesmo mês de 2015. As maiores quedas foram vistas nos segmentos de concessionárias de veículos (-8%), materiais de construção (-6,4%) e vestuário e calçados (-6,3%).
O varejo paulista encerrou 2016 com estoque de 2,083 milhões de trabalhadores, queda de 2,2% na comparação com o ano anterior. No acumulado do ano foram extintos 47.146 empregos com carteira assinada.
De acordo com a assessoria econômica da FecomercioSP, mais de 107 mil empregos com carteira assinada foram extintos no comércio varejista do Estado de São Paulo nos dois últimos anos, o que demonstra o impacto da atual crise econômica sobre o mercado de trabalho do maior varejo brasileiro. O ano passado pode ser caracterizado, segundo a entidade, como um ato contínuo de enxugamento do quadro de trabalhadores, ante à redução de suas vendas, que já ocorre desde 2014.
O saldo negativo inferior ao de 2015 (-60 mil) era esperado pela FecomercioSP, na medida em que há menor capacidade dos estabelecimentos de reduzir ainda mais o número já diminuto de funcionários. No segundo semestre houve discreta geração de postos de trabalho, resultado do maior otimismo dos contratantes por conta das festas de fim do ano.
Perspectivas
Para a FecomercioSP, o cenário deve ser ainda muito difícil em 2017, pois o varejo não será capaz de recuperar as perdas de 2016, muito menos dos dois últimos anos. Para a entidade, parece ser um ano em que a redução de empregos formais no primeiro semestre será compensada pela geração nos últimos seis meses. Porém, este movimento só será possível se houver continuidade de queda da inflação, estancamento do endividamento e da inadimplência, além da continuidade da queda nos juros. Essas expectativas dependem do poder de compra das famílias, do seu consumo e, por conseguinte, das receitas de vendas do próprio varejo.


Assunto: Últimas Notícias






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