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Número de homicídios permanece estável no ABC
Número de homicídios permanece estável no ABC
Número de homicídios permanece estável no ABC

O número de homicídios dolosos, quando há intenção de matar, registrados no ABC nos últimos 12 meses (de março de 2016 até fevereiro de 2017) foi o mesmo registrado nos 12 meses anteriores. Os sete municípios da região tiveram, nos dois períodos, 186 crimes dessa natureza. Entre as cidades houve aumento expressivo em Ribeirão Pires, que passou de quatro para 14 casos na mesma base comparativa (alta de 250%), compensado pela queda nesse tipo de crime em municípios como Diadema, Mauá e Rio Grande da Serra (veja tabela).
Os dados foram apresentados na tarde ontem (24) pela Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo. O especialista e consultor em segurança pública José Vicente da Silva Filho destaca que os dados podem indicar uma tendência de estabilização para a região. “Estudiosos das estatísticas criminais costumam adotar períodos maiores, de dois até três anos, para que se confirmem tendências de alta ou de queda, mas de uma forma geral, assim como tem ocorrido em todo o Estado, podemos dizer que no ABC os índices estão nessa rota de estabilização”, explicou.
Silva Filho afirmou que o Estado de São Paulo tem conseguido manter os números de homicídios bem mais baixos do que em outras unidades da Federação. “Com exceção de Santa Catarina, não existem melhores resultados do que aqui. Rio de Janeiro e estados do Nordeste têm muitas dificuldades, mesmo após períodos em que os índices pareciam mais sob controle”, pontuou.
O especialista ressaltou que a formação dos policiais militares, que hoje leva dois anos para ser concluída, aliada ao investimento em tecnologia de informação e análise de dados, são fatores que influenciam para que os resultados em São Paulo sejam melhores do que no restante do país, incluídos os do ABC. “Em Nova York um policial leva seis meses para ser formado. Aqui a formação é muito mais ampla”, citou. “O ABC tem uma população próxima à de Recife, cidade que teve 600 homicídios em 2016”, comparou.
O consultor afirmou, ainda, que o grande calcanhar de Aquiles da segurança pública continua sendo os crimes contra o patrimônio. No ABC, o número de furtos e roubos de veículos registrou alta de 10,25% nos últimos 12 meses, na comparação com os doze meses anteriores. Furtos e roubos gerais, como celular, bolsa e carteira, tiveram pequena queda de 0,36%. “Ainda falta mais integração entre as polícias civis e militares para avançar nessa questão”, concluiu.


Assunto: Últimas Notícias






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