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MEI já formalizou 95 mil empreendedores no ABC
MEI já formalizou 95 mil empreendedores no ABC
MEI já formalizou 95 mil empreendedores no ABC

A cada ano cresce no ABC o número de pequenos empreendedores que desejam sair da informalidade de maneira simples, rápida e sem burocracia. O mecanismo utilizado é o Microempreendedor Individual (MEI), que foi constituído em 2008 e criou condições especiais para que o trabalhador pudesse se legalizar. Na região fica evidente o interesse dado o número crescente de MEIs já consolidados. Até inicio de maio, já são 94.229 cadastros – no Brasil já são mais de 7 milhões.
Alguns fatores são determinantes para o incentivo a legalidade que inclui a vantagem em obter o registro no Cadastro de Pessoas Jurídicas (CNPJ), que facilita abertura de conta bancária, pedido de empréstimos e também possibilita emissão de notas fiscais. Além disso, a partir do cadastro o pequeno empresário pode pagar o INSS, que corresponde a 5% do salário mínimo vigente e permite negociar com fornecedores melhores preços e condições de pagamento.
A procura pela formalidade de empreendedores só aumenta na região. Conforme levantamento realizado, desde o início de maio de 2010, quando foram efetivados 2.601 cadastros, os números vêm crescendo de forma expressiva a cada ano nas sete cidades. Em 2011 saltou para 10.365, 2012 (22.040), 2013 (34.193), 2014 (47.540), 2015 (61.838), 2016 (78.710) até chegar este ano à marca de 94.229 cadastros (maio).
O morador de São Bernardo, Everson Simizu, trabalha com festas e eventos há 14 anos. Mas foi em janeiro de 2015 que decidiu aderir ao MEI para poder expandir seu trabalho, já que estava perdendo mercado. Com a adesão conseguiu atingir também o setor coorporativo e assim melhorar os negócios. “Com CNPJ consegui abrir conta jurídica no banco e também recolho INSS. Não vejo desvantagem, para mim foi muito bom”, afirma.
Maiara Cristina Adorni, analista do Sebrae/SP, regional ABC
“Quando formaliza o empreendimento se ganha credibilidade no mercado e se abrem novas oportunidades de trabalho. Com o MEI o custo é baixo e existe pouca burocracia para regularizar”, aponta a Maiara Cristina Adorni, analista de negócios do Sebrae/SP – escritório regional ABC em entrevista ao RDtv.
Letícia Pianta, de Santo André, que trabalha com idiomas, relata que o MEI foi muito importante, um instrumento que a colocou na formalidade e ao mesmo tempo abriu portas para novos negócios. “Eu tinha formação mas não conseguia prestar serviços para empresas, pois é necessário emitir nota fiscal. Depois que me cadastrei em 2015, isso se tornou possível e consegui ampliar meu trabalho”, comenta.
Como aderir ao MEI
A formalização é simples. Primeiramente é necessário atender todos os requisitos, a atividade precisa ser permitida, não pode ter sócio, nem ser dono de outra empresa. Além disso, é possível registrar um funcionário e o faturamento bruto anual não pode ultrapassar R$ 60 mil. O futuro empresário também deve verificar junto a Prefeitura de seu município a autorização para exercer sua atividade, seja ela comércio, indústria ou serviço. A abertura pode ser feita gratuitamente pela internet no site www.portaldoempreendedor.gov.br.
A contribuição do INSS para todas as atividades é de 5% do salário mínimo vigente; R$ 1,00 de ICMS para atividades de comércio, indústria e serviços de transporte intermunicipal e interestadual e R$ 5,00 de ISS para atividades de prestação de serviço. Caso o MEI tenha o pagamento do ICMS e ISS, o máximo que ele pagará será R$ 52,85. É um valor fixo e mensal independente da quantidade de vendas que o MEI realizou no mês. O boleto para pagamento é impresso no próprio site do Portal do Empreendedor.
Além do pagamento mensal, o MEI também deverá realizar uma declaração anual da empresa. Esta declaração é gratuita e deve ser feita no site do Portal do Empreendedor no período de 01 de janeiro a 31 de maio referente ao faturamento do ano anterior. Caso não declare no prazo terá uma multa de R$ 50,00.
Toda a orientação e os serviços de abertura do MEI, emissão de boleto, declaração anual e encerramento da empresa podem ser realizados junto aos escritórios regionais do Sebrae-SP. No Grande ABC o escritório regional fica na Rua Coronel Fernando Prestes, 47, Centro de Santo André. O atendimento é gratuito, por ordem de chegada, de segunda a sexta das 09h às 17h.
Vendas do Dia das Mães voltam a crescer após dois anos consecutivos de retração
O comércio voltou a registrar aumento nas vendas na semana que antecede o Dia das Mães após dois anos consecutivos de queda, revelam pesquisas divulgadas ontem (15).
As vendas na semana que antecede a data – segunda mais importante do comércio brasileiro, atrás apenas no Natal – cresceram 2% neste ano, segundo o indicador de Atividade do Comércio, da empresa de consultoria Serasa Experian. A avaliação foi feita no período de 8 a 15 de maio em comparação ao período equivalente de 2016, quando houve queda de 8,4%. O resultado deste ano é o primeiro com variação positiva desde 2014.
A alta das vendas na Capital paulista foi ainda mais expressiva. Na semana do Dia das Mães houve cresci­men­to de 3,3% frente a 2016.
Para os economistas da Serasa Experian, o crescimento pode ser explicado pela redução da inflação, pela queda do juros e pela entrada dos recursos das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) na economia.
Dados de abrangência nacional da Boa Vista Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC) também apontam para crescimento nas vendas do Dia das Mães após dois anos seguidos de queda. Segundo a empresa, houve alta de 1,6% na comparação com o ano passado.
Em 2016, as vendas da data haviam recuado 4,6% e, no ano anterior, 1,2%.
Para a Boa Vista SCPC, o movimento do Dia das Mães segue a tendência de recuperação das vendas do varejo em 2017, apesar de sinalizar maior cautela por parte do consumidor. A melhora é decorrente, princi­palmente, do recuo na in­flação e da tendência de queda gradativa nos juros.
Vendas a vista
No sentido contrário, indicador calculado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) Brasil e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) revela que o volume de vendas parceladas na semana anterior ao último domingo (7 a 13 de maio) caiu 5,5% em relação ao mesmo período de 2016.
Em anos anteriores, as vendas relativas ao Dia das Mães caíram 16,4% em 2016, 0,59% em 2015 e 3,55% em 2014.
“O resultado negativo ain­da reflete a tendência de desaquecimento do varejo observado desde o ano passado, em virtude do cenário econômico desfavorável. Porém, vemos uma desaceleração na queda do volume de vendas, indicando que os piores momentos da crise já passaram”, analisou o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro.
Para o presidente da CNDL, Honório Pinheiro, o comércio vendeu menos a prazo, mas isso não significa que o brasileiro deixou de presentear na data. “Os consumidores estão mais preocupados em não comprometer o orçamento com compras parceladas. Por isso optaram por presentes mais baratos e pagos preferencialmente a vista”, disse.
Pesquisa para o Dia das Mães feita pelo SPC Brasil mostrou que sete em cada dez (73%) brasileiros comprariam presentes, mas 65% pagariam a vista, em dinheiro ou cartão de débito.


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